Licenciatura em Fisioterapia
Rita Fernandes é diplomada em Fisioterapia pela Escola Superior de
Saúde, onde atualmente leciona, e frequenta ainda o Mestrado na
mesma instituição.
1. Como
surgiu o interesse pela Fisioterapia?
A seleção do curso de Fisioterapia surgiu no âmbito do interesse pela
área das Ciências da Saúde. Na altura, a escolha acabou por ser um
pouco consequência da exclusão de outros cursos nesta área, que me
pareceram menos desafiadores e também com menos possibilidades
de serem uma opção adequada no âmbito da saída para o mercado de
trabalho.
2. Porque
escolheu a Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de
Setúbal?
Na altura a ESS era uma instituição com apenas um ano de
existência, sobre a qual não havia muita informação disponível, pelo
que as minhas decisões acabaram assentar em critérios geográficos.
3. Quais as
mais valias que o curso de Fisioterapia na ESS/IPS oferece?
Penso que o curso de Fisioterapia proporciona aos estudantes uma
elevada qualidade de ensino, preparando-os para a integração nos
diversos desafios profissionais futuros. Na minha perspetiva, o curso
destaca-se pelo espírito inovador e muitas vezes irreverente que
coloca nos seus projetos, pela forma acolhedora como recebe os
estudantes e pela importância que atribui à disseminação de um
Espírito e Cultura próprios, representativos dos Princípios e Valores da
própria ESS. Penso também que o curso de Fisioterapia permite aos
estudantes iniciarem a construção do seu próprio Perfil Profissional.
Um perfil que assenta em princípios éticos e humanistas, essenciais
para exercer uma prática de excelência junto da comunidade.
4. Após 4
anos de curso quais os momentos que considera mais marcantes?
Penso que os 4 anos de curso foram constituídos por momentos, que
no seu conjunto, tornam este período muito marcante. Apesar da
importância natural que tiveram alguns deles, como o início e a
conclusão do curso, acredito que foi a junção de todos os momentos,
inclusive os menos relevantes, que tornou o curso de Fisioterapia uma
etapa verdadeiramente importante no meu crescimento pessoal e
profissional.
5. Após ter
terminado a licenciatura em Fisioterapia como foi a integração no
mercado de trabalho?
A integração no mercado de trabalho acabou por ser imediata, na
medida em que iniciei a minha atividade como Fisioterapeuta na
Federação Portuguesa de Judo logo após terminar o Bacharelato em
Fisioterapia e iniciei a minha atividade enquanto Docente da ESS,
também logo após terminar a Licenciatura.
6. Como
surgiu a oportunidade de integrar o Comité Olímpico de Portugal nos
Jogos Olímpicos de Pequim?
Acompanho a Seleção Portuguesa de Judo desde Novembro de 2004,
pelo que a minha experiência profissional como Fisioterapeuta é na
área da intervenção da Fisioterapia no Desporto. Nesse sentido, em
2008, o Comité Olímpico de Portugal convidou-me para integrar a
Equipa que fez parte da missão Portuguesa aos Jogo Olímpicos de
Pequim.
7. Frequenta
atualmente o Mestrado em Fisioterapia na ESS/IPS. Porque escolheu,
novamente, o IPS para prosseguimento de estudos?
Optei por iniciar a minha formação pós graduada de longa duração na
ESS-IPS pelo facto desta ter sido a instituição que ofereceu melhores
garantias de qualidade de ensino para realização do Mestrado em
Fisioterapia, em Portugal.
8. Para além
de estudante, é igualmente docente na ESS/IPS. Seguiu a sua
vocação ou foi um acaso da vida?
A minha formação base é em Fisioterapia, pelo que a docência acabou
por ser algo inesperado num percurso profissional que antecipei como
Fisioterapeuta.
9. Que
conselhos deixa aos estudantes do IPS que os ajude na integração no
mercado de trabalho?
Não gosto particularmente de aconselhar, no entanto, penso que
numa realidade cada vez mais competitiva, é importante desenvolver
características como rigor, empenho, profundo conhecimento a
diferentes níveis e forte sentido de profissionalismo, que me parecem
ser fundamentais para a construção de um trajeto profissional de
sucesso.