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FORMAÇÃO PARA TRABALHADORES/AS NÃO DOCENTES

A formação no Politécnico de Setúbal promove o desenvolvimento profissional contínuo e contribui para serviços mais eficientes, colaborativos e alinhados com a missão da instituição.

Nesta página encontra a informação essencial para escolher, propor e frequentar ações de formação internas e externas.

Tipos de formação disponíveis

Formação interna

Ações promovidas pelo IPS e integradas no Plano de Formação anual, respondendo às necessidades identificadas pelas escolas e serviços.

Consultar o Plano de Formação 2026

Formação externa

Ações disponibilizadas por entidades externas, quando necessárias para o desempenho das funções ou relevantes para o desenvolvimento profissional.

Autoformação

Ações realizadas  autonomamente em horário laboral, com um crédito anual até 100 horas, mediante autorização prévia.

Job Shadowing

Programa interno que promove aprendizagem em contexto real, partilha de práticas e reforço da cultura organizacional.

Descobrir o programa Job Shadowing “Entre Nós”

Quantas horas posso utilizar por ano?

Formação contínua
Até 40 horas anuais de formação, ou até 3 ações de formação por ano.
Exceções dependem de autorização e enquadramento interno.

Autoformação
Até 100 horas anuais, desde que a participação seja solicitada e autorizada previamente.

Consultar o Regulamento de Formação do IPS

Como escolher e propor uma formação?

Guia prático em passos

Passo 1:  Identificar e escolher a ação
Formação interna, formação externa ou autoformação.

Passo 2: Verificar relevância
A ação deve ser adequada às funções desempenhadas e às necessidades do serviço.

Passo 3: Preencher o formulário adequado
Para formações externas: Proposta de formação à distância  ou Proposta de deslocação em formação 
Para formações internas: Formulário de inscrição do curso

Passo 4: Obter parecer da chefia
A chefia valida a pertinência da formação.

Passo 5: Submeter o pedido
Enviar a proposta autorizada para formacao.dgp@ips.pt. O Serviço de Formação verifica, valida e comunica a decisão ao trabalhador/a. 

Passo 6: Enviar certificado
Após a formação enviar o documento para formacao.dgp@ips.pt.

Formação com deslocação: como funciona o transporte?

Quando a formação decorre fora do local habitual de trabalho, o transporte é assegurado pelo IPS por ordem de preferência:

    1. Viatura de serviço com motorista
    2. Viatura de serviço conduzida pelo/a trabalhador/a
    3. Transporte público

Sempre com autorização prévia.

Formação fora do Plano anual

A participação em formações que não constam do Plano anual é excecional e apenas autorizada quando:

    1. responde a necessidades emergentes;
    2. corresponde a necessidades estratégicas;
    3. apoia a integração de novos/as trabalhadores/as.

Requer sempre autorização prévia.

Formações Disponíveis

MAIO

Datas de realização e duração:
1.ª sessão – 18 de maio, das 14h30 às 17h30 (3 horas);
2.ª sessão – 22 de maio, das 14h30 às 17h30 (3 horas);
3.ª sessão – 25 de maio, das 14h30 às 17h30 (3 horas);
4.ª sessão – 03 de junho, das 14h30 às 17h30 (3 horas).

12h00 de contacto teórico-práticas e 42h00 de trabalho autónomo.

Local da formação: Online, através da Plataforma Microsoft Teams (o link será enviado após validação de inscrição).

Formadores/as: Ana Lúcia Ramos, Ana Rolo e José Palma.

N.º de formandos/as: Mínimo 12 formandos/as e máximo 30 formandos/as.

Objetivos

A presente microcredencial visa a exploração da metodologia de Design Thinking e o seu potencial de utilização em contextos vários da sociedade, através de casos reais de aplicação e de experimentação.

Conteúdo programático

1. Gestão da Inovação

1.1. Conceito de Inovação – Enquadramento e Evolução

1.2. Invenção versus Inovação

1.3. Tipos de Inovação

1.4. Modelos de Inovação

1.5. Gestão da inovação

2. Inovação Aberta e Co-criação

3. Design Thinking

3.1. Princípios do Design Thinking

3.2. Metodologia e processo: Modelo do duplo diamante

3.3. Fases: empatia, definição, ideação, prototipagem e teste

3.4. Estratégias e recursos no Design Thinking

Métodos pedagógicos

  • Exposição e interações pedagógicas
  • Dinâmicas de trabalho colaborativo
  • Dinâmicas de trabalho autónomo
  • Reflexão sobre a prática

Inscrição: Até às 18h00 do dia 14 de maio de 2026, através de registo aqui.

Bibliografia

Data de realização e duração: 26 de maio de 2026 das 09h30 às 12h30 (3 horas).

Local da formação: A definir.

Formadora: Mariana Moniz.

N.º de formandos/as: Ilimitado (aberto a todos/as os/as interessados/as).

Objetivos gerais

  • Dar a conhecer os processos subjacentes ao desenvolvimento de stress no trabalho e sua evolução para burnout;
  • Desenvolver competências de autocuidado, gestão de stress e prevenção do burnout.

Objetivos específicos

  • Ser capaz de definir conceitos de stress, stress ocupacional e burnout, diferenciando-os;
  • Definir os fatores de risco e de proteção ao desenvolvimento de stress ocupacional e burnout;
  • Explanar o processo de desenvolvimento de burnout profissional;
  • Definir as consequências do stress ocupacional e do burnout;
  • Dar a conhecer estratégias de prevenção do stress ocupacional;
  • Dar a conhecer estratégias de gestão do stress ocupacional;
  • Identificar conhecimentos obtidos relativos às principais consequências do stress ocupacional, estratégias de prevenção e de autocuidado.

Conteúdo programático

  1. Introdução:
    – O que é o stress profissional/ocupacional?
    – Como surge/sintomas/desenvolvimento.
    – Profissões mais propícias ao desenvolvimento de stress.
  2. Desenvolvimento:
    – Burnout e o seu desenvolvimento.
    – Distinção entre stress e burnout.
    – Sintomas do burnout.
    – Consequências do burnout.
    – Estratégias para lidar com o burnout.
    – Autocuidado e a sua importância para a saúde mental e prevenção de stress e burnout.
    – Minfulness e burnout.
  3. Conclusão:
    – Momento de reflexão em grupo/partilha de experiências.

Métodos pedagógicos

  • Método expositivo através da exposição oral e de conteúdos por parte do formador, recorrendo a projeção.
  • Método ativo através da realização de brainstorming e atividades grupais, que permitam aos/às formandos/as partilhar experiências profissionais e problemáticas a estas associadas. Realização de atividade individual de gestão emocional.
  • Método Interrogativo através da formulação e realização de questões orais e testes, com o intuito de levar a cabo a avaliação diagnóstica, formativa e final, que permitam apurar os conhecimentos dos/as formandos/as.

Inscrição: Até às 18h00 do dia 21 de maio de 2026, através de registo aqui.

Bibliografia

  • Adams, R. E., Boscarino, J. A., & Figley, C. R. (2006). Compassion fatigue and psychological distress among social workers: A validation study. American Journal of Orthopsychiatry, 76(1), 103-108.
  • Ahola, K., Honkonen, T., Isometsä, E., Kalimo, R., Nykyri, E., Koskinen, S., Aromaa, A., & Lönnqvist, J. (2006). Burnout in the general population. Results from the Finnish Health 2000 Study. Social Psychiatry and Psychiatric Epidemiology, 41(1), 11–17. https://doi.org/10.1007/s00127-005-0011-5
  • Baum, A., Singer, J. E., & Baum, C. S. (1981). Stress and the environment. Journal of Social Issues, 37(1), 4-35. https://doi.org/10.1111/j.1540-4560.1981.tb01056.x
  • Coaston, S. C. (2017). Self-care through self-compassion: A balm for burnout. Professional Counselor, 7(3), 285-297.
  • Cox, T. (1985). The nature and measurement of stress. Ergonomics, 28(8), 1155-1163. https://doi.org/10.1080/00140138508963238
  • Emmons, R. A., & McCullough, M. E. (2003). Counting blessings versus burdens: An experimental investigation of gratitude and subjective well-being in daily life. Journal of Personality and Social Psychology, 84(2), 377-389.
  • Grossman, P., Niemann, L., Schmidt, S., & Walach, H. (2004). Mindfulness-based stress reduction and health benefits: A meta-analysis. Journal of Psychosomatic Research, 57(1), 35-43.
  • Hart, P., & Cooper, C. (2001). Occupational stress: Toward a more integrated Framework. In N., Anderson, D. S., Ones, H. K., Sinangil & C. Viswesvaran (Eds.), Handbook of Industrial, Work and Organizational Psychology (Vol.2, pp. 93-114). Sage. https://doi.org/10.4135/9781848608368.n6
  • Hurrell Jr, J. J., Nelson, D. L., & Simmons, B. L. (1998). Measuring job stressors and strains: Where we have been, where we are, and where we need to go. Journal of Occupational Health Psychology, 3(4), 368. https://doi.org/10.1037/1076-8998.3.4.368
  • Kuhn, C. M., & Flanagan, E. M. (2017). Self-care as a professional imperative: physician burnout, depression, and suicide. Canadian Journal of Anesthesia, 64(2), 158.
  • LaRocco, J. M., House, J. S., & French Jr, J. R. (1980). Social support, occupational stress, and health. Journal of Health and Social Behavior, 202-218. https://doi.org/10.2307/2136616
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  • Maslach, C., & Leiter, M. P. (2016). Burnout. In G. Fink (Ed.), Stress: Concepts, cognition, emotion, and behavior (pp. 351-357). Academic Press. https://doi.org/10.1016/b978-0-12-800951-2.00044-3
  • Maslach, C., Leiter, M. P., & Schaufeli, W. (2008). Measuring burnout. In S. Cartwright, & C. L. Cooper (Eds.), The Oxford handbook of organizational well being. https://doi.org/10.1093/oxfordhb/9780199211913.003.0005
  • Neff, K. D., & Germer, C. K. (2013). A pilot study and randomized controlled trial of the mindful self‐compassion program. Journal of Clinical Psychology, 69(1), 28-44.
  • Roux, N., & Benita, T. (2020). Best practices for burnout self-care. Nursing Management, 51(10), 30-35.
  • Skovholt, T. M., & Trotter-Mathison, M. (2014). The resilient practitioner: Burnout prevention and self-care strategies for counselors, therapists, teachers, and health professionals. Routledge.
  • Smullens, S. (2021). Burnout and self-care in social work: A guidebook for students and those in mental health and related professions. NASW press.
  • Stamm, B. H. (2012). Helping the helpers: Compassion satisfaction and compassion fatigue in self-care, management, and policy of suicide prevention hotlines. Resources for Community Suicide Prevention, 1-4.
  • Webber, M. (2021). Effective Self-Care and Resilience in Clinical Practice: Dealing with Stress, Compassion Fatigue and Burnout, Sarah Parry (ed.).

Data de realização e duração: 27 de maio de 2026, das 10h30 às 12h30 (2 horas)

Local da formação: Online, através da Plataforma Microsoft Teams (será enviado após validação de inscrição)

Formadores/as: Ana Medeiros da Silva, Isabel Nunes e Óscar Martins

N.º de formandos/as: Ilimitado (aberto a todos/as os/as interessados/as)

Objetivos

  • Divulgar os novos circuitos documentais disponíveis na plataforma e difundir as suas funcionalidades;
  • Esclarecer os utilizadores sobre o modo de preenchimento dos circuitos e sobre as diferentes intervenções ao longo dos mesmos;
  • Explicitar as vantagens da desmaterialização destes dois documentos;
  • Familiarizar os utilizadores com a plataforma Filedoc.

Conteúdo programático

O circuito do Pedido de Deslocação em Território Nacional e do Registo de BIAC: os documentos, o modo de preenchimento e as tramitações documentais.

Métodos pedagógicos

Apresentação dos circuitos através da base de dados de testes/qualidade da plataforma Filedoc e realização de um exemplo de pedido de deslocação e de respetivo BIAC.

Inscrição: Até às 18h00 do dia 20 de maio de 2026, através de registo aqui.

Bibliografia: Manual do Utilizador do Circuito do Pedido de Deslocação em Território Nacional

Conteúdo atualizado em 18/05/2026 08:39
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